Entre a prudência e a transformação
Estamos, assim, num regime económico curioso. O ciclo não é suficientemente forte para justificar expansão agressiva, nem suficientemente fraco para justificar reestruturação profunda. O resultado é uma economia que funciona, mas sem verdadeira tração.
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A economia portuguesa entrou num novo regime económico. Não estamos perante uma crise clássica, nem perante um ciclo de crescimento robusto. Estamos, antes, num ambiente de incerteza prolongada, em que a geopolítica, a energia, a inflação, as taxas de juro e a tecnologia passaram a interagir de forma permanente.
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