O comando não é Meo
No território da opinião pública, tanto a Altice como a Meo estão a atravessar uma via sacra e outro dos seus grandes desafios é o de se dissociarem, tanto quanto possível, da exposição negativa originada pela detenção de Armando Pereira. A festa de celebração dos 15 anos da Meo ficou contaminada. O comando está nas mãos da justiça.
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Armando Pereira, cofundador da Altice (dona da Meo) é um dos suspeitos, segundo o Ministério Público, de ter montado uma rede empresarial que terá lesado o Estado e a própria Altice em mais de 100 milhões de euros. Para quem tem memória, a situação parece um “remake”, embora com um guião distinto, da destruição de valor que se deu com a compra da brasileira Oi pela PT, em 2010, e também através da compra de 900 milhões de euros de dívida do Grupo Espírito Santo que a operadora portuguesa fez em 2014. Aliás, foi o colapso da PT que conduziu à aquisição da Meo por parte da Altice, em 2015.
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