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Spotify afunda 11% após resultados

A plataforma de streaming aumentou as receitas e diminuiu os prejuízos mas as suas estimativas para o segundo trimestre não animaram o mercado.

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Negócios jng@negocios.pt 03 de Maio de 2018 às 14:52
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O Spotify registou uma subida das receitas e uma diminuição dos prejuízos nos primeiros três meses deste ano. Ainda assim, os resultados não impressionaram o mercado, e as estimativas apresentadas para o crescimento das receitas no segundo trimestre ficaram aquém do esperado. A desilusão do mercado está a reflectir-se na negociações das acções, que afundam 8,65% para 155,29 dólares, depois de já terem perdido um máximo de 11,11% para 151,11 dólares.  


Na quarta-feira, após o fecho do mercado, a empresa sueca revelou que as suas receitas registaram uma subida homóloga de 26% no primeiro trimestre para 1,14 mil milhões de euros. Este valor traduz uma quebra trimestral de 1%. Já os prejuízos diminuíram de 173 para 169 milhões de euros. 

A empresa reportou um total de 170 milhões de utilizadores activos em Março, com 75 milhões de subscrições pagas, um número ligeiramente inferior ao esperado (75,1 milhões). 

Para o segundo trimestre, a empresa antecipa receitas entre 1,1 e 1,3 mil milhões de euros, o que compara com o ponto médio do intervalo de previsões de 1,29 mil milhões.  

Em relação ao número de subscrições pagas, o Spotify aponta para um intervalo de 79 a 83 milhões, o que compara com as projecções de 82,1 milhões. 

 

Está é a primeira apresentação de resultados da plataforma de streaming de música, depois de se ter estreado na Bolsa de Nova Iorque a 3 de Abril e a valer perto de 30 mil milhões de dólares, tendo agora de apresentar resultados de forma periódica.

Na estreia em bolsa o Spotify abriu a valer 165,9 dólares por acção, o que a avaliou em 29,55 mil milhões de dólares – contra os 20 a 25 mil milhões esperados - e encerrou nos 149,03 dólares.

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