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António Costa diz que partidos da coligação "não aprenderam nada"

O secretário-geral socialista acusou os partidos da coligação Portugal à Frente de apresentarem o mesmo programa de há quatro anos, o que só prova que "eles não aprenderam nada". Já o PS, afiança Costa, apresenta um programa de "relançamento da economia".

David Santiago dsantiago@negocios.pt 30 de Setembro de 2015 às 15:41
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Foi com uma voz já a denotar o prolongar da campanha eleitoral que António Costa insistiu em acusar a coligação formada pelo PSD e pelo CDS (Portugal à Frente) de apresentar como única proposta o continuar da austeridade em Portugal.

 

No final de um almoço de campanha realizado esta quarta-feira, 30 de Setembro, o secretário-geral socialista sustentou que as "condições económicas hoje são muito diferentes das de 2011", pelo que "seria absurdo [o PS] fazer o que a direita faz".

 

No entender de António Costa, aquilo que os partidos da actual maioria governativa fizeram foi "apresentar o programa de há quatro anos", o que serve para mostrar que "eles não aprenderam nada".

 

"Se há quatro anos queriam austeridade, agora querem mais austeridade", argumentou o líder do PS, dando como exemplos dessa pretensão da coligação Portugal à Frente o objectivo de cortar 600 milhões de euros na Segurança Social ou novos cortes nos salários da Função Pública.

 

Para Costa, o diagnóstico é simples. O PSD e o CDS são "incapazes de apresentar um programa que responda às necessidades do futuro", ao passo que o PS sabe bem "que a situação de hoje é bem distinta de 2011", razão que levou os socialistas a apresentarem "um programa diferente" do de há quatro anos.

 

Em resumo, António Costa afiança que "temos um programa de relançamento da economia" que assenta em dois objectivos: a reposição do rendimento das famílias e a criação de condições para captar investimento. Feito o diagnóstico, o líder do PS garante que a coligação de direita "sabe" que vai perder as eleições do próximo domingo, 4 de Outubro. 

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