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Chega quer plano para o desconfinamento e abertura das escolas

À saída da reunião com Marcelo Rebelo de Sousa, o deputado eleito pelo Chega defendeu uma reabertura gradual da economia à semelhança do que se tem feito no estrangeiro com a abertura de pequenos restaurantes e lojas.

André Ventura acredita que os especialistas ainda não chegaram a um consenso, e que isso é urgente Lusa
João Ruas Marques 23 de Fevereiro de 2021 às 16:09
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André Ventura acredita que "o Governo falhou a apresentar um plano para a reabertura das escolas" e que os especialistas ainda não têm um consenso quanto ao desconfinamento. Já o Estado de Emergência deve ficar na mesma

Segundo o deputado do Chega "os especialistas não têm um consenso para começar o desconfinamento", mas esse entendimento é essencial para decidir o que fazer nas próximas semanas, até porque "temos os números mais baixos desde dezembro, mas também pelo ponto de vista económico e social. Parece-nos errado esperar pela Páscoa para fazer um desconfinamento apressado e imediatista que pode descontrolar ainda mais a situação", até porque, segundo o deputado, Portugal "tem condições para começar a reabrir pouco a pouco".

O partido mantém-se a favor do Estado de Emergência, mas admite que poderia ser feito mais, à semelhança do que acontece no estrangeiro, como em Espanha: "Podemos olhar para a reabertura das lojas de menor dimensão, alguns restaurantes fora de centros comerciais com condições mais severas e algumas empresas de serviços como cabeleireiros. É um sinal político que pode ser dado".

"Economias muito mais fortes que as nossas não estão com este confinamento (...) Portugal fechou tudo e dá a ideia para fora de que é um economia riquíssima e que consegue suportar tudo", atirou André Ventura para justificar a abertura de alguns setores da economia.

Quando perguntado por um jornalista se saberia de alguma alteração ao estado de emergência, André Ventura esclareceu que "o governo vai manter o mesmo modelo e duvido que vá haver alguma flexibilização em algum dos pontos". 

"O governo não teve intervenção na reunião do infarmed e não sabemos que medidas vai propor António Costa. Nós estamos a aprovar o Estado de Emergência sem saber quais as medidas, e isso é sempre perigoso. O que pedimos é que sejam dados alguns sinais em relação ao desconfinamento, que dê um sinal ao país de que não vai a economia afundar-se num deserto sem fim".

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