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PCP quer desconfinar com testagem massiva

Para o PCP o confinamento deve ser uma exceção e as escolas podem ser a resposta para alguns dos problemas sociais instaurados durante a pandemia. Desconfinar passa pela tríade: rastreio, testagem e vacinação

Jerónimo de Sousa esteve hoje reunido com Marcelo Rebelo de Sousa para falar sobre o prolongamento do estado de emergência Lusa
João Ruas Marques 23 de Fevereiro de 2021 às 18:16
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Jerónimo de Sousa acredita que o confinamento, "sendo excepção, não pode ser uma solução de abrangência maior" e que há que pensar na saúde mental dos mais novos aos mais velhos, bem como na situação financeira das pequenas e médias empresas, mas que existe a necessidade de combater a pandemia.

Para o líder do partido comunista, "há necessidade de dar combate à pandemia, mas simultaneamente criar condições e tomar medidas atempadas num processo urgente de responder aos problemas que estão colocados no plano económico e social, designadamente o problema da pobreza em Portugal". 

Alguns desses problemas poderiam, na ótica do PCP, ser combatidos com a reabertura das escolas que poderá ajudar a responder a algumas "preocupações economias, sociais, culturais e desportivas que estão a agravar a saúde dos portugueses em situações mais vulneráveis". Sobretudo depois de provado que "as escolas não são um foco da epidemia".

Ainda assim, é necessária "uma planificação de medidas de reforço dos meios escolares" já que ficou provado que "muitas das escolas não estão habilitadas para dar resposta e recuperar deste período perdido desde que a epidemia tem lavrado no nosso país".

Já o combate à pandemia deve ser feito através do "alargamento massivo dos testes num quadro de rastreio". "É necessário incluir na questão do rastreio e da testagem a vacinação, que são indissociáveis em si mesmas para dar combate a pandemia e criar condições para dar resposta, de forma gradual, à reabertura das escolas e às pequenas e medias empresas que enfrentam dificuldades cada vez maiores" explicou Jerónimo de Sousa, acrescentando que "as palavras do governo não nos tranquilizam na situação de carência de vacinas".


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