O Presidente chinês tem aproveitado a onda de instabilidade criada pelos Estados Unidos para tentar reforçar o papel do seu país como parceiro fiável e moderado. Além de ter respondido a Trump dando conta de que estava pronto a negociar as tarifas se o Presidente dos EUA mostrasse mais respeito pelo governo chinês, tem feito um périplo pela Ásia para posicionar a China como fonte de estabilidade.
A descida neste elevador é mais justificada pela dificuldade de ação do presidente da Reserva Federal do que por algo que Jerome Powell tenha dito ou feito. Esta quarta-feira, reconheceu que as políticas de Trump são "cenário desafiante" para objetivos da Fed, cujo mandato é direcionado para o pleno emprego e estabilidade dos preços. Powell está entre a espada e a parede, isto é, entre proteger a economia e travar a inflação.
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