O primeiro-ministro tarda em dar explicações sobre a sua empresa familiar e aquilo que o Chega classifica como "suspeitas gravíssimas de incompatibilidade". Luís Montenegro justifica o silêncio por estar fora do país e diz que dará explicações durante o debate da moção de censura que ocorrerá esta sexta-feira, esquecendo-se de um aviso popular que também se aplica à política: "quem cala consente".
O antigo deputado do Chega vai perder a imunidade parlamentar e ser julgado prática de oito crimes de furto qualificado a que correspondem pena de prisão cujo limite máximo é superior a três anos. Miguel Arruda, logo que veio a público o caso do roubo das malas,, deveria ter optado por abandonar as suas funções por respeito ao Parlamento e também para a sua própria salvaguarda. Em vez disso preferiu expor-se ao vexame.
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