Dedicou quase 30 anos da sua vida à construtora familiar. Liderou a segunda geração na Mota-Engil, foi sempre encontrando quadros de valor para encabeçarem a gestão da empresa e, apesar de ter atravessado fases mais conturbadas à frente da Mota-Engil nunca atirou a toalha ao chão. Também sou entregar a gestão à terceira geração – o sobrinho – no devido tempo, saindo agora em definitivo.
Pete Hegseth está sob pressão desde que foi relevado pela Atlantic um conjunto de conversas sensíveis sobre um ataque ao Iémen trocadas em redes sociais. Depois deste caso em que revelou informações sensíveis num chat e de ter sido dito que será substituído, surge agora um ex-porta-voz do Pentágono a denunciar o "caos total" naquele organismo. Passa uma péssima imagem da qualidade da administração norte-americana.
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