O cartaz do Chega, onde Montenegro surge ao lado de Sócrates com a frase "50 anos de corrupção" é um exemplo do grau zero da política. Gouveia e Melo fez uma análise lúcida do tema. "Mesmo que não seja criminalmente reprovável" a "linguagem pode ser ofensiva", o que contribui para uma indesejada "crispação na política", diz o praticamente certo candidato a Belém. E tem toda a razão.
O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA colocou acidentalmente um jornalista num "chat" do Signal com altos cargos do governo de Donald Trump no qual se discutia o ataque ao Iémen este mês. Tratou-se, obviamente, de uma falha grave que o intolerante Trunp justificou de forma paternalista: "Michael Waltz aprendeu uma lição e é um bom homem". Se não fosse grave tinha potencial para ser hilariante.
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