Como se constatou com a questão do salário de Hélder Rosalino no Banco de Portugal, o país (inclusive o político) gostava de nivelar por baixo para passar a imagem de um certo frugalismo que convida à mediocridade. Por isso louve-se a atitude do líder da CMVM, o qual não tem medo de dizer que instituições como o regulador do mercado "precisam de ter gente com talento e isso custa dinheiro".
Trump tomou conta da ordem mediática e isso faz parte da sua estratégia para transformar a conflitualidade num novo normal. Anunciou tarifas à China. Canadá e México e depois chega a acordo com este país, ameaça a África do Sul e decide fechar a Agência para o Desenvolvimento num fim de semana e pelo caminho avisa que a UE "passou das marcas". Quem ganha com a imprevisibilidade imposta por Trump?
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