Tardou, mas chegou. A Comissão Europeia deu passos relevantes para se afirmar na nova ordem política. Por um lado, anunciou um plano de rearmamento significativo que põe fim à letargia da UE numa área crítica da sua soberania. Por outro, iniciou a auscultação dos intervenientes na indústria siderúrgica com o propósito de reforçá-la, de olhos postos numa estratégia de competitividade.
Volta ao Parlamento para responder em nova moção de censura ao Governo. Foi incapaz de dar explicações cabais sobre a atividade empresarial da Spinumviva, andou a reboque das circunstâncias e, mesmo escapando a este segundo momento político de castigo no Parlamento, está impossibilitado de dizer que a não censura é idêntica a uma carta de confiança. Sai fragilizado e deixa o Governo, na sua totalidade, exposto.
Mais lidas