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Mota-Engil ganha contratos de 125 milhões no Peru

O grupo português ganhou a adjudicação de três contratos de uma empresa mineira no Peru e aumenta a sua carteira de encomendas no país em cerca de 150 milhões.

O México é um dos mercados onde a Mota-Engil, liderada por Moura Martins, vê hoje várias oportunidades.
Mariline Alves
Maria João Babo mbabo@negocios.pt 26 de Novembro de 2020 às 18:23
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A Mota-Engil anunciou esta quinta-feira que foram adjudicados à sua participada no Peru três novos contratos por parte de uma importante empresa mineira privada a operar no país no montante total de 125 milhões de euros.

Em comunicado à CMVM, o grupo liderado por Gonçalo Moura Martins salienta que os trabalhos agora adjudicados correspondem à "Construcción del Dique Corredor y Manejo de Aguas" e ao "Estudo e Construcción de Hospital", terão início imediato e um prazo de conclusão de 33 meses.

Com estas adjudicações, e outras obras de menor dimensão recentemente adjudicadas, a Mota-Engil Peru aumenta a sua carteira de encomendas em cerca de 150 milhões de euros, "suportando-se na parceria de longo prazo mantida com as principais empresas mineiras com atividade no Peru o que potencia a recuperação do volume de negócios do grupo numa região especialmente afetada pela atual crise pandémica", salienta.

A Mota-Engil anunciou nos últimos dias ter ganho vários contratos em diferentes geografias. Na passada quarta-feira o grupo divulgou que a sua subsidiária Mota-Engil Engenharia e Construção África ganhou um contrato de 240 milhões na África do Sul para "perfuração, escavação e transporte na mina de ‘Gamsberg Mine’ na Província de Northern Cape na África do Sul".

Na passada sexta-feira o agrupamento que integra juntamente com a Etermar venceu o concurso para a primeira fase de expansão do Terminal XXI no porto de Sines, um investimento privado de 16,5 milhões de euros.

Dois dias antes anunciou ter vencido três contratos no mercado africano, com um valor total de 171 milhões de euros, para a reabilitação e expansão de um estádio de futebol na Costa do Marfim, a construção do Lote B do "Grand Marché" no mesmo país e de uma refinaria em Moçambique.

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