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Alojamento local perde quase 3.000 casas em Lisboa e Porto

O alojamento local perdeu cerca de 3.000 casas em Lisboa e no Porto, naquele que é um reflexo da quebra do turismo num período marcado pela pandemia.

“Desde final de maio que foram criadas 300 novas empresas de mediação imobiliária, um número impressionante”, reagiu Manuel Braga, CEO da Imovendo.
Miguel Baltazar
Negócios jng@negocios.pt 21 de Setembro de 2020 às 08:41
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O negócio do alojamento local já dá sinais de contratação. Foram retirados deste mercado quase 3.000 imóveis em Lisboa e no Porto, devido à crise provocada pela pandemia de covid-19, que se tem refletido no turismo. 

De acordo com o Diário de Notícias, citando dados da Confidencial Imobiliário, em junho do ano passado, a capital registava uma oferta de 5.212 apartamentos T0 e T1. No entanto, este número caiu para 3.468 no início do verão. 

O mesmo aconteceu no Porto. A cidade conta agora com
 2.536 imóveis para alojamento local, o que revela uma redução de 1.158 unidades. Por outro lado, a carteira de imóveis para arrendamentos de média e longa duração está a crescer. E os preços já estão a descer. 

O alojamento local "é das atividades mais afetadas pela pandemia e onde a recuperação deverá ser mais lenta, o que leva os proprietários a procurar alternativas para os imóveis e para o serviço de dívida, que passam pela venda ou o arrendamento", afirma Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário, ao jornal, lembrando que "na crise de 2008 o mercado de arrendamento foi ganhador".
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