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Emirates admite suprimir 30 mil empregos

A Emirates está a ponderar eliminar cerca de 30% do pessoal e acelerar a retirada dos Airbus A380 da sua frota.

Emirates (Dubai)
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 17 de Maio de 2020 às 16:24
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O grupo Emirates, a maior companhia aérea de longo curso do mundo, está a ponderar suprimir cerca de 30 mil empregos para reduzir custos face ao impacto da pandemia de covid-19 no setor da aviação.

De acordo com a Bloomberg, a Emirates estará a estudar eliminar perto de 30% dos mais de 105 mil postos de trabalho que contabilizava no final de março, bem como acelerar a retirada dos Airbus A380 da sua frota. A Emirates é a companhia com maior número de aeronaves deste modelo a serviço.

As companhias aéreas de todo o mundo têm vindo a eliminar empregos após um inédita quase total paragem de viagens. Cerca de 70% da capacidade das companhias aéreas está sem ser utilizada e, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o setor deverá perder 314 mil milhões de dólares em receitas com a venda de bilhetes este ano.

O governo do Dubai indicou em março que iria apoiar financeiramente a companhia aérea que, ainda assim, registou um lucro superior a 377 milhões de euros em março, abaixo das previsões, tendo o grupo, contudo, sofrido uma perda de mais de 855 milhões de euros em receita nesse mês.

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