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Wall Street no verde à espera da Fed

Os principais mercados acionistas do outro lado do Atlântico encerraram a registar subidas pouco expressivas, no caso do Dow e do S&P 500, com os investidores à espera da conclusão da reunião da Fed. Já o tecnológico Nasdaq valorizou com mais vigor.

Em particular nos Estados Unidos da América, as plataformas digitais de negociação em bolsa são muito utilizadas.
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 15 de Setembro de 2020 às 21:12
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O Dow Jones fechou a somar 0,01% para 27.995,60 pontos, e o Standard & Poor’s 500 avançou 0,52% para 3.401,20 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite ganhou 1,21% para 11.190,32 pontos.

 

Os principais índices de Wall Street refletiram a atitude mais prudente dos investidores, que estão já de olhos postos na reunião de dois dias da Reserva Federal, que termina amanhã, à espera de pistas sobre a política monetária do banco central norte-americano.

 

A sustentar o Nasdaq estiveram sobretudo a Alphabet (dona da Google) e a Microsoft, com subidas superiores a 1%.

 

A Apple, no dia em que apresentou novos produtos, como o Apple Watch 6 e o iPad Air 4, acabou por terminar o dia em alta ligeira, depois de ter chegado a estar a cair mais de 1% já que deixou para outubro a divulgação dos iPhone 12.

 

Havia quem já esperasse que os novos smartphones da empresa da maçã fossem apresentados apenas no próximo mês, mas havia também quem ainda mantivesse a esperança de ter hoje essa surpresa.

 

A tecnológica liderada por Tim Cook recuperou fôlego nos últimos minutos de negociação para terminar com uma subida de 0,16%, a valer 115,54 dólares.

 

Já o Citigroup esteve em destaque pela negativa no setor financeiro. O banco norte-americano anunciou ontem que vai retomar o processo de eliminação de empregos, já esta semana, juntando-se assim a rivais como o Wells Fargo, pondo fim ao compromisso de não despedir durante o auge da pandemia de covid-19. Os cortes irão afetar menos de 1% da força de trabalho global do banco, referiu.

 

Além disso, o diretor financeiro do banco, Mark Mason, advertiu ontem, já ao fim do dia, para o facto de se prever uma queda nas receitas do Citi, tendo acrescentado que a instituição financeira irá constituir mais reservas para cobrir potenciais perdas no terceiro trimestre.

 

Foi o suficiente para afundar as ações do Citi, que encerraram a sessão do horário regular da bolsa em Wall Street a perder 5,59% para 48,15 dólares. No dia de hoje mantiveram a tendência de queda, fechando a mergulhar 6,94% para 44,81 dólares.

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