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5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta quinta-feira, a EDP deverá estar a refletir vários anúncios feitos ontem, já depois do fecho da bolsa nacional. A elétrica vai avançar com um aumento de capital para financiar a compra de ativos da espanhola Viesgo e acenou também com a possibilidade de subir os dividendos. Além disso, tanto a EDP como a sua subsidiária para as renováveis anunciaram o adiamento do reporte das contas do segundo trimestre.

Negócios jng@negocios.pt 16 de Julho de 2020 às 07:30
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EDP aumenta capital para comprar Viesgo e pode subir dividendos

A EDP anunciou ontem que chegou a acordo para comprar ativos da espanhola Viesgo por dois mil milhões de euros e que para financiar a operação vai avançar com um aumento de capital de mil milhões de euros. Esta é a primeira ação de grande destaque que é executada pela elétrica desde que o antigo gestor financeiro, Miguel Stilwell d'Andrade, assumiu os comandos da empresa. Logo a seguir a este anúncio, a elétrica, numa chamada telefónica com analistas, esclareceu que não só o dividendo não vai baixar após a conclusão da operação, como deverá, pelo contrário, aumentar.

Grupo EDP adia apresentação de contas

A EDP só vai divulgar os resultados financeiros relativos ao segundo trimestre deste ano a 3 de setembro, informou ontem em comunicado. O calendário financeiro divulgado pela empresa em dezembro do ano passado apontava para que a divulgação dos resultados do segundo trimestre ocorresse a 30 de julho. Também a EDP Renováveis (EDPR) anunciou o adiamento da prestação de contas de 30 de julho para 3 de setembro. As empresas não indicaram os motivos para esta alteração ao calendário de apresentação de resultados.

Lagarde volta a puxar da bazuca?

O Banco Central Europeu realiza, esta quinta-feira, a sua reunião de política monetária. Com as taxas de juro em 0%, o foco das atenções estará no programa pandémico do banco central, com vários economistas a adiantarem que a entidade liderada por Christine Lagarde poderá mesmo reforçar o seu plano de compra de ativos.

OPEP+ e stocks de crude colocam petróleo em máximos de 4 meses

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e os seus aliados (o chamado grupo OPEP+) vão reduzir o total de cortes da sua produção de 9,7 para 7,7 milhões de barris por dia a partir de agosto. O anúncio foi feito ontem pelo ministro saudita da Energia, Abdulaziz bin Salman, depois de ter sido essa a recomendação feita pelo Comité Ministerial Conjunto de Acompanhamento do acordo de redução da produção petrolífera da OPEP+. Esta decisão supõe, à partida, que a partir do próximo mês entrem no mercado mais dois milhões de barris diários. No entanto, devido às esperadas compensações por parte de alguns países por conta do incumprimento integral das suas quotas de produção em maio e junho, o nível "efetivo" do corte deverá ser de pelo menos 8,11 milhões de barris. As cotações do crude, que já estavam a subir com o anúncio de uma forte diminuição dos stocks norte-americanos de crude, intensificaram o movimento de ganhos para máximos de 6 de março, tanto em Londres como em Nova Iorque.

Pedidos de subsídio de desemprego em foco nos EUA

Os Estados Unidos reportam a evolução dos novos pedidos de subsídio de desemprego na semana terminada a 10 de julho. Os economistas inquiridos pela Refinitiv estimam que as novas solicitações deste apoio estatal na semana passada possam ter ascendido a 1,25 milhões, contra 1,31 milhões na semana precedente.

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