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Exportação de bicicletas elétricas dispara para os melhores números de sempre

Com um crescimento mensal superior a 100%, faturou 85 milhões de euros nas vendas ao exterior nos primeiros sete meses deste ano, mais quase quatro milhões do que em todo o ano passado.

Sérgio Lemos/Correio da Manhã
Rui Neves ruineves@negocios.pt 13 de Setembro de 2021 às 10:02
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Campeão europeu na produção de bicicletas, com 2,7 milhões de unidades em 2020, ano em que as exportações desta indústria chegaram aos 424 milhões de euros, Portugal está também a registar um fulgurante crescimento nas vendas de bicicletas elétricas.

 

"A indústria nacional de bicicletas está a atravessar os seus melhores momentos e regista aumentos em todas as frentes para responder ao aumento da procura de veículos elétricos de duas rodas nos mercados nacional e internacional", assinala Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins (Abimota).

 

Os números da associação empresarial do setor dão conta de um crescimento mensal sustentado da exportação de bicicletas elétricas sempre superior a 100%, desde janeiro deste ano.

 

"Em julho, voltou a verificar-se um aumento de 137% e foram ultrapassados os 85 milhões de euros na exportação, valor esse que é já superior ao total das exportações do ano passado (81,3 milhões de euros), que tinha sido o melhor de sempre", enfatiza a Abimota, em comunicado.

 

Recorde-se que Portugal tem a maior fábrica de montagem de bicicletas da Europa (a RTE, em Gaia), a maior produtora europeia de rodas para bicicletas (a Rodi, de Aveiro), a primeira empresa do mundo a soldar quadros em alumínio através de robôs (a Triangle's, de Águeda), assim como a empresa que faz os selins para bicicleta mais leves do mundo, com apenas 24 gramas (a Gelu, em Vila Franca de Xira).

 

 

 

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