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Unicórnio compra novas instalações no Porto, abre 30 vagas e renova imagem

A Anchorage Digital, cofundada pelo português Diogo Mónica, inaugura em dezembro o seu novo escritório na Invicta, ao qual reportam 35 dos 90 trabalhadores que o primeiro criptobanco do mundo tem em Portugal.

Rui Neves ruineves@negocios.pt 29 de Novembro de 2022 às 14:00

O edifício que corporiza o número 429 da Rua de D. João IV, na Baixa do Porto, foi adquirido pela Anchorage Digital para servir de novo escritório deste unicórnio na cidade Invicta, com inauguração marcada para 15 de dezembro próximo, avançou ao Negócios fonte oficial da empresa.

 

"Este passo valida a aposta da Anchorage Digital no nosso país", enfatiza, em comunicado, adiantando que o criptobanco cofundado pelo português Diogo Mónica "tem cerca de 30 vagas em aberto para o quarto trimestre de 2022 em Portugal e nos Estados Unidos", onde está sediado.

 

Ainda ao Negócios, a mesma fonte da empresa detalhou que, actualmente, ao escritório do Porto reportam 35 dos 90 trabalhadores que a Anchorage Digital tem em Portugal, de um total de mais de 350 a nível mundial.

 

O novo escritório portuense "terá uma área ‘open space’, três salas de reuniões e uma ‘all-hands area’, onde deverão ocorrer as ‘global meetings’" da empresa.

 

Esta inauguração acontece numa altura em que o unicórnio de ADN português celebra o seu 5.º aniversário e lança o novo logótipo da empresa, inserido na nova identidade da marca.

 

"O novo logótipo capta a jornada contínua de crescimento, numa altura em que o universo cripto necessita de uma base sólida e de infraestruturas testadas e de confiança. É por isso que selecionámos uma forma de âncora que se mantém fiel ao nosso nome", explica a Anchorage Digital.

 

"Também se reflete nos quatro blocos que representam os nossos princípios fundamentais: segurança líder da indústria, liderança regulamentar, custódia como fundação, e o nosso compromisso para com os clientes", acrescenta.

 

De resto, afiança, "temos e continuaremos a praticar um modelo de ‘security first’ com a custódia como fundação, de modo a que as nossas outras ofertas sejam igualmente seguras e protegidas".

 

"Finalmente, manter os bens dos clientes em segurança é a coisa mais importante que fazemos, o que reflete a nossa aprovação enquanto banco - a nível federal -, o nosso modelo de segurança e fortes controlos. Também garantimos aos nossos clientes a experiência de alguns dos SLAs (‘service-level agreements’) mais rápidos da indústria e uma cobertura 24/7", remata o criptobanco fundado por Diogo Mónica e Nathan McCauley.

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