Os pés de barro do projeto de Ventura
Os primeiros quatro meses deste ciclo autárquico são um exemplo da contradição cada vez maior no Chega: André Ventura vai esticando o seu espaço eleitoral e mediático, como vimos nas presidenciais, mas continua a mandar numa casa desqualificada e caótica.
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Ainda passaram só quatro meses das eleições autárquicas, mas já podemos notar como o Chega, que ambiciona governar o país, está a falhar o teste do poder local. Enquanto André Ventura ofuscou o debate político das presidenciais com o seu hipermediatismo, o partido foi somando casos nas autarquias, da desfiliação de vereadores e de outros eleitos – deitando fora a influência que os seus eleitores lhe entregaram em Lisboa ou em Coimbra – à nomeação de familiares, namoradas e outros “boys and girls” para cargos municipais.
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