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O sistema não entra em crise por existirem apoios sociais ou beneficiários daqueles; entra em crise porque a base contributiva é comprimida, porque os salários não acompanham o custo de vida e porque a riqueza se concentra no topo.

O pior cego é aquele que não quer ver

A verdadeira questão que esta greve coloca não é se haverá impacto económico. É outra, bem mais profunda: que modelo de sociedade queremos construir? Um onde a flexibilidade se traduz em precariedade? Onde a parentalidade é tratada como custo? Onde negociar direitos se torna um luxo?

O dia em que o país se olha ao espelho

Talvez este seja o momento de desacelerar a interpretação e acelerar a compreensão. De aceitar que nem tudo o que nos irrita é contra nós. De reaprender a perguntar, antes de acusar: “Estás bem?” De reconhecer que a saturação que vemos no outro é, muitas vezes, o espelho da nossa.

De onde vem esta zanga?

Num país tantas vezes rendido ao cálculo político e à arte da conveniência, Laborinho Lúcio foi um exemplo de liberdade interior. Falava devagar, pensava fundo e não temia a complexidade, essa forma adulta da inteligência que hoje escasseia.

A coragem serena num tempo de ruído

O poder local sempre foi o espelho mais autêntico do país: menos ideologia, mais rua. Por isso, quando um partido de protesto conquista Municípios, o alerta é duplo. Não se trata apenas de quem ganhou — mas do que perdemos: a confiança no diálogo, a crença de que a política é capaz de resolver e não apenas dividir.

Quando o grito chega ao poder local

O futuro depende de diálogo, coragem, reflexão e ação consciente. É preciso quebrar o silêncio, ensinar as crianças (os jovens e, até, os adultos) a questionar, a debater, a expressar opinião com base no conhecimento e na empatia, e é preciso que isso comece em casa, à mesa.

Não se fala disso à mesa

Portugal precisa de pessoas que vejam para além da emergência imediata. Mais do que helicópteros ou operações de último minuto, precisamos de redes de prevenção, de comunidades envolvidas, de responsabilidade e estratégia sustentáveis. É aqui que as autarquias podem e devem fazer a diferença: transformar planos em ação, proteger vidas, preservar florestas e criar resiliência.

Portugal chama? A linha parece estar interrompida

A transição energética é inevitável e necessária. Mas se for conduzida com pressa e sem inclusão, corre o risco de gerar novas desigualdades e resistências legítimas.

Entre o fim do carvão e o início de quê?

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