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A resposta a eventos extremos passa por prevenir danos e para isso temos de investir mais na preparação: é importante ensaiar cenários de médio e longo prazo, simular ocorrências, reforçar e testar os sistemas de proteção civil, repensar e redesenhar infraestruturas, mas também garantir que os rios têm espaço para transbordar.

Rios na terra, rios no céu

No clássico de L. Frank Baum, Dorothy segue a estrada de tijolos amarelos em busca de segurança e respostas, mas encontra um feiticeiro que, por trás da cortina, se revela um impostor — poderoso apenas na aparência, mas perigoso e autoritário na realidade.

Entre a estrada de tijolos amarelos e o falso feiticeiro

O sistema não entra em crise por existirem apoios sociais ou beneficiários daqueles; entra em crise porque a base contributiva é comprimida, porque os salários não acompanham o custo de vida e porque a riqueza se concentra no topo.

O pior cego é aquele que não quer ver

A verdadeira questão que esta greve coloca não é se haverá impacto económico. É outra, bem mais profunda: que modelo de sociedade queremos construir? Um onde a flexibilidade se traduz em precariedade? Onde a parentalidade é tratada como custo? Onde negociar direitos se torna um luxo?

O dia em que o país se olha ao espelho

Talvez este seja o momento de desacelerar a interpretação e acelerar a compreensão. De aceitar que nem tudo o que nos irrita é contra nós. De reaprender a perguntar, antes de acusar: “Estás bem?” De reconhecer que a saturação que vemos no outro é, muitas vezes, o espelho da nossa.

De onde vem esta zanga?

Num país tantas vezes rendido ao cálculo político e à arte da conveniência, Laborinho Lúcio foi um exemplo de liberdade interior. Falava devagar, pensava fundo e não temia a complexidade, essa forma adulta da inteligência que hoje escasseia.

A coragem serena num tempo de ruído

O poder local sempre foi o espelho mais autêntico do país: menos ideologia, mais rua. Por isso, quando um partido de protesto conquista Municípios, o alerta é duplo. Não se trata apenas de quem ganhou — mas do que perdemos: a confiança no diálogo, a crença de que a política é capaz de resolver e não apenas dividir.

Quando o grito chega ao poder local

O futuro depende de diálogo, coragem, reflexão e ação consciente. É preciso quebrar o silêncio, ensinar as crianças (os jovens e, até, os adultos) a questionar, a debater, a expressar opinião com base no conhecimento e na empatia, e é preciso que isso comece em casa, à mesa.

Não se fala disso à mesa

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