Cabeça fria e vontade de mudar
Álvaro Santos Pereira pediu “cabeça fria” — a banqueiros centrais e, muito provavelmente, a governos —, mas deixou ainda avisos de que as reformas são importantes para ajustar a economia aos desafios com que se confronta.
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As previsões do Banco de Portugal mostram que, como esperado, a economia portuguesa não escapa incólume aos efeitos da guerra e das tempestades que assolaram o país, ainda assim as perspetivas são relativamente tranquilizadoras sobre o futuro próximo. Vamos crescer menos, provavelmente teremos de ajustar o orçamento aos desafios causados pela subida de preços e pelo aumento dos juros, mas impactos mais significativos estão para já afastados.
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