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Schäuble defende presidente do Eurogrupo e diz que justificações foram suficientes

O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, defendeu este sábado o presidente do Eurogrupo, considerando que não viu nenhum insulto nas declarações de Jeroen Dijsselbloem e que as explicações que já foram dadas sobre o assunto foram suficientes.

29 de Maio – Ministro alemão definiu 30 de Junho como data limite para a existência de um acordo

“Tendo em conta como as coisas estão, aquele programa irá expirar se não houver acordo”
Negócios com Lusa 08 de Abril de 2017 às 14:53
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"Como todos os leitores alemães do jornal, não fiquei ofendido pela entrevista. Mas sabemos que noutros países europeus, especialmente em Espanha, esta entrevista foi lida de forma diferente", afirmou Schäuble numa conferência de imprensa depois da reunião de ministro das Finanças da União Europeia (Ecofin), decorreu entre sexta-feira e hoje em La Valetta, capital de Malta.

 

Recordando que Dijsselbloem já admitiu várias vezes que houve diferentes interpretações das suas palavras, Schäuble defendeu que "já houve explicações suficientes" e que, a determinado ponto, "já chega" de discussão.

 

Ontem, 7 de Abril, o presidente do Eurogrupo considerou "chocante" a reacção de Portugal às suas palavras sobre os países do Sul da Europa e não se comprometeu com um pedido de desculpas.

As palavras de Jeroen Dijsselbloem, captadas pelas câmaras de televisão, surgiram depois de o secretário de Estado das Finanças, Mourinho Félix, ter exigido pessoalmente ao líder do grupo de ministros das Finanças do euro que se retractasse das palavras sobre gastos em "bebida e mulheres".

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