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Iberdrola carrega veículos elétricos nas lojas da Mercadona

Os postos de carregamento elétrico, com uma potência de 22 kW, passam a integrar a rede pública MOBI.E e estão instalados na rede de supermercados da Mercadona, que em 2021 vai abrir mais nove lojas em Portugal.

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António Larguesa alarguesa@negocios.pt 05 de Abril de 2021 às 10:49
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Os pontos de carregamento de veículos elétricos disponibilizados nos supermercados da Mercadona em Portugal vão ser operados pela Iberdrola e passam a integrar a rede pública MOBI.E.

 

A aliança entre a elétrica e a retalhista envolve os atuais 40 pontos de carregamento, com uma potência de 22 kW, instalados em 20 locais e que vão aumentar em 2021 com a abertura prevista de mais nove lojas nos distritos de Braga, Porto e Aveiro.

 

Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Porto, Matosinhos, Vila do Conde, Felgueiras, Valongo, Santa Maria da Feira e Espinho são as cidades portuguesas que vão receber este ano novos supermercados da cadeia, que prevê a criação de 500 novos postos de trabalho.

 

Para aceder a este serviço de mobilidade, os clientes têm de ter um cartão de mobilidade elétrica de um CEME (Comercializador de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica). "A uma tarifa de operação (OPC) competitiva de 0,02 €/min, os consumidores podem carregar o seu veículo elétrico enquanto fazem as suas compras", sublinha a Mercadona.

 

Citada numa nota de imprensa, Marta Cortizas, a diretora regional de obras e expansão da Mercadona Portugal, frisa que a parceria com a Iberdrola "permite reduzir o impacto ambiental em matéria de sustentabilidade" e fala num "serviço eficaz e cómodo" para os clientes, que são "[encorajados] a adotarem estilos de vida mais verdes".

 

As companhias de origem espanhola sublinham ainda, sem concretizar, que "estes pontos de carregamento constituem um passo importante numa estratégia de desenvolvimento mais alargada de transição energética das duas empresas que já está em curso e que continuará".

 

A descer do Porto até Lisboa

 

Portugal foi o primeiro destino de internacionalização da marca que lidera o retalho alimentar no país vizinho. Começou por instalar a sede no Porto, na zona da Boavista, mas acabou por saltar o rio Douro e mudá-la para os novos escritórios centrais em Vila Nova de Gaia.

 

A chegada comercial à zona de Lisboa ainda não está calendarizada, mas o plano prevê a instalação de um bloco logístico na zona da capital – já tem um a funcionar na Póvoa de Varzim – e de um centro de coinovação semelhante ao que criou em Matosinhos para conhecer as preferências dos clientes nacionais.

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