pixel

Negócios: Cotações, Mercados, Economia, Empresas

Notícias em Destaque
Opinião por
Artigos de opinião deste autor

Apesar de a oferta da Netflix ser superior à da Paramount (28 $ por ação), esta começou a queixar-se de favorecimento injustificado da Netflix por parte da WB, ameaçando com processos judiciais – e estando nos EUA, essa ameaça leva-se muito a sério.

Warner, Netflix e Paramount: “what’s up, doc?”

O leque de mentiras foi de tal ordem que motivou, uma semana depois, uma carta aberta subscrita por 55 académicos, na sua maioria de universidades europeias (mas também japonesas, indianas, brasileiras e mesmo norte-americanas!), em que foram desmentidas uma por uma.

Guerras comerciais e integridade académica

2025 ficou indelevelmente marcado, a todos os níveis, pela reeleição de Donald Trump. Até poderia dizer que ficou marcado “para o melhor e para o pior”, mas para isso seria necessário encontrar um ponto positivo; e confesso que por muito que tente, não consigo.

2025, um ano para não esquecer

Há a impressão de que estas regras se destinam a regular unicamente os mercados a que a generalidade dos consumidores tem condições para aceder. Ou dizendo de outra forma, que os mercados de luxo, por estarem orientados para necessidades não essenciais, escapam ao essencial da lógica inerente à regulação da concorrência.

O mercado livre do luxo

Quer o Tribunal da Concorrência quer, em sede de recurso dessa decisão, o Tribunal da Relação de Lisboa, negaram razão às empresas recorrentes, aceitando a validade da prova recolhida apesar de tal recolha ter sido caucionada não pelo juiz de instrução, mas pelo MP.

Concorrência e apreensão de correspondência – novo "round"?

Num mundo ultracompetitivo, em que o sucesso é medido por parâmetros altamente mercantilistas, não é difícil que algumas deceções redundem num “burnout” ou numa depressão.

Ser aluno (e professor) num mundo competitivo

Misturar regulação da concorrência com agendas políticas nunca foi um bom princípio, muito menos estando em causa direitos fundamentais — no caso, invocando-se a regras de concorrência para resolver o conflito entre o direito à diversidade de fontes de informação e o direito a não ser destinatário de notícias falsas.

Concorrência e direito à informação: uma mistura perigosa

Tirando o caso (muito especial) da Superliga europeia, não se veem os grandes tubarões europeus a contestar os poderes instituídos, ainda que essa subserviência os possa prejudicar pontualmente.

Futebol e arbitragem, mas sem apito nem cartões

Portugal ainda está naquilo que na gíria da bola se costuma chamar os “escalões secundários”, e que a nossa capacidade de atração de estudantes estrangeiros de topo não é comparável à de outros países.

Incertezas sobre o nosso ensino superior

Noticias Mais Lidas

Mais lidas

Para quem gosta de Bolsa, é o espaço privilegiado de debate em Portugal! Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos Aceder ao Fórum
Publicidade
pub
pub
Publicidade
C•Studio