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O caso tem por origem a lei húngara de 2021, que aprovou um pacote de medidas genericamente destinadas a fortalecer o combate contra práticas de carácter pedófilo, e a proteger os menores relativamente ao acesso a certos ambientes digitais e a conteúdos considerados perigosos para o seu desenvolvimento.

Europa, liberdades e identidade

E é aqui que temos de parar para pensar onde estão, afinal, as fronteiras da responsabilidade. Não tenho dúvidas de que quem lucra com o vício alheio tem de ter deveres de conduta especiais — a não ser assim, deixamos de ter razões para punir os traficantes de droga.

Redes sociais e (des)responsabilização: onde estamos? (parte II)

Os estúdios fazem hoje filmes para serem vistos em casa, e não esperam sequer pelos prémios, nem pelos espectadores extra que eles trazem, para os colocar na TV.

Valham-nos os Óscares

Estamos longe de ter certezas sobre se a eliminação física de Ali Khamenei e dos seus colaboradores mais diretos vai mudar alguma coisa, ou se, pelo contrário, o poder no Irão não vai parar a mãos parecidas ou iguais.

É só “mais uma guerra”?

A indústria da música, à semelhança da National Football League, não teve medo do confronto e fez uma escolha que sabia nada agradar aos poderes instituídos. E se a indústria da música e do desporto agem assim, é certamente por acharem que esta atitude lhes trará rendimentos futuros, quanto mais não seja em termos de credibilidade junto dos seus públicos mais importantes.

Grammys, política e indústria

Apesar de a oferta da Netflix ser superior à da Paramount (28 $ por ação), esta começou a queixar-se de favorecimento injustificado da Netflix por parte da WB, ameaçando com processos judiciais – e estando nos EUA, essa ameaça leva-se muito a sério.

Warner, Netflix e Paramount: “what’s up, doc?”

O leque de mentiras foi de tal ordem que motivou, uma semana depois, uma carta aberta subscrita por 55 académicos, na sua maioria de universidades europeias (mas também japonesas, indianas, brasileiras e mesmo norte-americanas!), em que foram desmentidas uma por uma.

Guerras comerciais e integridade académica

2025 ficou indelevelmente marcado, a todos os níveis, pela reeleição de Donald Trump. Até poderia dizer que ficou marcado “para o melhor e para o pior”, mas para isso seria necessário encontrar um ponto positivo; e confesso que por muito que tente, não consigo.

2025, um ano para não esquecer

Há a impressão de que estas regras se destinam a regular unicamente os mercados a que a generalidade dos consumidores tem condições para aceder. Ou dizendo de outra forma, que os mercados de luxo, por estarem orientados para necessidades não essenciais, escapam ao essencial da lógica inerente à regulação da concorrência.

O mercado livre do luxo

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