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Quem foram os Poderosos em 2019

O Negócios recorda a lista dos 50 Mais Poderosos da economia portuguesa de 2019, ano em que as duas primeiras posições foram ocupadas pelo poder político. O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa ficou no topo da lista, o que aconteceu pelo terceiro ano consecutivo.

#1 - Marcelo Rebelo de Sousa

#1 - Marcelo Rebelo de Sousa
# Porque mantém - Marcelo Rebelo de Sousa é o número um do "ranking" dos Mais Poderosos do Negócios pelo terceiro ano consecutivo. Às razões que o levaram ao topo nos anos anteriores somam-se mais duas: a legislatura chegou mesmo ao fim e o Presidente colhe os louros da estabilidade que ajudou a consolidar. E num momento de incerteza face ao novo ciclo que se aproxima, surge como a figura mais resiliente e perene no horizonte político nacional.

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#2 - António Costa

#2 - António Costa
# Porque mantém - António Costa manteve-se na segunda posição mesmo ganhando poder. Em 2019, teve a força da confirmação do sucesso. A solução governativa que defendeu em 2015 chegou ao fim contra todas as previsões. Acabou a legislatura sem défice, com a economia a crescer razoavelmente e o desemprego muito mais baixo. Para chegar ao topo do poder, só lhe falta uma maioria absoluta nas eleições legislativas de 6 de outubro.

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#3 - Mário Centeno

#3 - Mário Centeno
# Porque sobe - Mário Centeno subiu duas posições face a 2018. O ministro das Finanças consolidou o seu papel como presidente do Eurogrupo e foi um dos potenciais candidatos à liderança do FMI, confirmando a sua capacidade de influência na esfera da economia internacional. As agências de "rating" melhoraram as perspetivas sobre a dívida portuguesa e a estratégia económica e financeira do Governo foi elogiada pelo Financial Times.

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#4 - Xi Jinping

#4 - Xi Jinping
# Porque desce - A guerra comercial com os EUA tem feito mossa na China. Na Europa, os investimentos chineses também começam a ser vistos com alguma reserva, embora os Estados-membros da UE partilhem de opiniões contraditórias sobre o tema. Com Portugal, as relações estão estáveis. O IGCP foi o primeiro país do euro a fazer uma emissão em "Panda Bonds", mas a OPA falhada da CTG à EDP foi, para todos efeitos, uma derrota.

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#5 - Donald Trump

#5 - Donald Trump
# Porque sobe - A nova ordem mundial imposta pelo Presidente dos EUA, marcada pelo protecionismo, está a ter consequências também para a economia portuguesa, que será atingida pelo abrandamento global. A política de Donald Trump também se faz sentir em Portugal: a diplomacia americana é crítica da aproximação entre o Governo de António Costa e a China de Xi Jinping e ameaça com um esfriar de relações entre os dois países.

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#6 - Mario Draghi

#6 - Mario Draghi
# Porque mantém - Mario Draghi continuará a ser o presidente do Banco Central Europeu até 31 de outubro e, mesmo depois de abandonar o cargo, as suas decisões vão ter impacto na economia europeia durante anos (ou mesmo décadas). No final do mandato prepara-se para cortar ainda mais os juros e relançar o programa de compra de ativos, mostrando novamente o seu poder enquanto líder da política monetária da Zona Euro.

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#7 - Pedro Soares dos Santos

#7 - Pedro Soares dos Santos
# Porque sobe - A Jerónimo Martins aumentou os lucros e as receitas no ano passado e expandiu as redes de lojas, principalmente na Polónia e Colômbia. Em Portugal continua a disputar de forma renhida com a Sonae a liderança do mercado. Pedro Soares dos Santos deverá comemorar este ano a abertura da loja três mil da Biedronka, um marco para a retalhista. A maior ameaça para este ano é mesmo o novo imposto na Polónia.

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#8 - Angela Merkel

#8 - Angela Merkel
# Porque desce - Merkel anunciou que largaria o poder em 2021. E é dos livros que quando um líder político anuncia a sua saída com tanta antecedência, perde peso e capacidade de influência. A que se juntam os maus resultados eleitorais da CDU, as divisões que corroem a coligação de governo com o SPD e uma economia bem menos fulgurante. A chanceler ainda é a líder da Europa. Mas já foi mais.

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#9 - Paula Amorim

#9 - Paula Amorim
# Porque mantém - Na liderança do império empresarial da família mais rica do país, com a sua mãe a ser a única portuguesa no "ranking" mundial de multimilionários, Paula Amorim continua a enriquecer a diversificada paleta de negócios do grupo, que vão da fundacional Corticeira ao petróleo, passando pela banca e por projetos imobiliário-turísticos no Brasil, a que junta, a título pessoal, ativos de luxo como os mais valiosos da Comporta.

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#10 - Paulo Macedo

#10 - Paulo Macedo
# Porque sobe - Paulo Macedo tem conseguido várias vitórias desde que assumiu a liderança do banco. O gestor pôs a Caixa novamente a dar lucros, mas sobretudo a pagar ao acionista. Foram entregues 200 milhões de euros este ano ao Estado, naquilo que o presidente da CGD diz ser o início de uma "longa série" de dividendos. Isto ao mesmo tempo que tem vindo a cumprir o plano de recapitalização imposto por Bruxelas.

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#11 - Miguel Maya

#11 - Miguel Maya
# Porque entra - Miguel Maya entra na lista dos Mais Poderosos enquanto presidente executivo do BCP. Passou a ocupar este cargo no ano passado, naquela que foi uma proposta do maior acionista, os chineses da Fosun. Desde então, cumpriu já duas missões deixadas por Nuno Amado: o banco voltou a pagar dividendos, algo que não acontecia desde 2010, e devolveu 12 milhões de euros aos trabalhadores para compensar os cortes salariais.

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#12 - Ana Botín

#12 - Ana Botín
# Porque sobe - O poder de Ana Botín em Portugal está diretamente ligado ao do Santander. Este ano, o banco deu novos passos no sentido da normalização da atividade no país, depois de ter concluído a integração do Popular, e mantém a disputa pela liderança da banca privada, a par do BCP. Ao mesmo tempo que vai reforçando a categoria de banco ibérico, através de aquisições, o poder em Portugal também sai reforçado.

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#13 - João Lourenço

#13 - João Lourenço
# Porque desce - João Lourenço desce da 10.ª posição para a 13.ª do "ranking" dos Poderosos apesar de as relações diplomáticas com Portugal terem ganho um novo impulso nos últimos dois anos. Esta circunstância deve-se ao facto de Angola se encontrar numa situação económica difícil e da a sua influência em Portugal se reduzir por esta via, a que acrescem as especulações sobre uma eventual venda das participações da Sonangol no BCP e na Galp.

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#14 - Mark Zuckerberg

#14 - Mark Zuckerberg
# Porque entra - O Facebook é um gigante tecnológico que entrou, definitivamente, na vida das pessoas. E dela se serve para objetivos comerciais. Os escândalos em torno da cedência de dados privados para movimentos políticos, condicionando atos eleitorais, fizeram temer o Facebook. Afinal, o seu poder é maior do que uma simples rede social. E agrega Instagram e Whatsapp. Como se não bastasse quer ter uma moeda virtual, a Libra.

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#15 - Emmanuel Macron

#15 - Emmanuel Macron
# Porque entra - Macron estreia-se neste "ranking" num ano em que se afirmou como figura central na política europeia. Eleito em 2017, já em 2018 o Presidente francês se mostrava o líder europeu mais capaz de promover o reforço da integração europeia, na Zona Euro em particular. Porém, foi em 2019 que se tornou mais notória a capacidade de influência de Macron, cujo grupo político se intrometeu entre conservadores e liberais no Parlamento Europeu e cujas apostas vão liderar o BCE e o FMI.

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#16 - Vasco de Mello

#16 - Vasco de Mello
# Porque sobe - Passada a crise que obrigou a uma restruturação e à redução da dívida, o grupo José de Mello entrou num novo ciclo de investimento. Entre 2019 e 2023, pretende investir um total de 900 milhões de euros nos diferentes setores de atividade em que atua, da saúde à indústria química, passando pelas concessões rodoviárias. 2018 foi o terceiro ano consecutivo de resultados líquidos positivos, atingindo os 65 milhões de euros.

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#17 - Paulo Fernandes

#17 - Paulo Fernandes
# Porque sobe -A Altri é já uma das maiores exportadoras a nível nacional. E os projetos sucedem-se. Paulo Fernandes tem mais braços empresariais. Todos com lucros. E que lhe vão garantindo dividendos. Nos media, que é um setor a lutar para acrescentar receitas, está a negociar uma eventual compra da Media Capital. Para já, tem a Cofina a liderar no cabo com a CMTV e na imprensa com o Correio da Manhã.

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#18 - Antóno Mexia

#18 - Antóno Mexia
# Porque sobe - Os últimos dois mandatos de António Mexia têm sido marcados por surpresas e polémicas, mas o gestor mostrou que está para ficar, continuando a ter o voto de confiança de todos os acionistas para se manter sentado na cadeira de presidente executivo. Depois da investigação às alegadas rendas excessivas, Mexia enfrentou a oferta pública de aquisição do maior acionista (a CTG) e a entrada do investidor ativista Paul Elliott Singer.

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#19 - José Luís Arnaut

#19 - José Luís Arnaut
# Porque sobe - Subiu cinco lugares na lista dos mais poderosos de 2019. Para tanto contribuem as ligações que mantém à grande finança internacional, através do Goldman Sachs; os cargos que desempenha em empresas nacionais e multinacionais; as funções que exerce na estrutura da Federação Portuguesa de Futebol; e, com naturalidade, a assessoria jurídica através da sua CMS-RPA.

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#20 - Diogo Lacerda Machado

#20 - Diogo Lacerda Machado
# Porque desce - O advogado e administrador da TAP desce este ano na lista dos Mais Poderosos, mas pelo dinamismo deste "ranking" que permitiu a ascensão de outros protagonistas, e não por ter perdido influência. O melhor amigo de António Costa, que já foi apontado como possível ministro num futuro Executivo socialista, é uma peça importante para o Estado na companhia aérea, em que o relacionamento com os privados já teve melhores dias.

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#21 - Dionísio Pestana

#21 - Dionísio Pestana
# Porque sobe - O setor do turismo continua a registar subidas (mesmo que mais modestas) no número de hóspedes e dormidas. E os hotéis estão a conseguir um retorno maior por cada quarto ocupado, reflexo do reconhecimento da qualidade dos serviços. Dionísio Pestana lidera o maior grupo hoteleiro nacional e tem planos para crescer, ainda mais, dentro e fora de portas. Com uma postura discreta, o madeirense prefere pôr o foco apenas no negócio.

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#22 - Paulo Azevedo

#22 - Paulo Azevedo
# Porque desce - Este ano deixou a presidência executiva para a irmã Cláudia Azevedo. E, por isso, na lista, sofre uma queda de 11 posições. Cláudia Azevedo ainda não teve tempo de mostrar as suas habilidades ou fragilidades. Paulo Azevedo integra, por isso, o "ranking" como a cabeça do conjunto empresarial da família Azevedo, até porque é sua a liderança da "holding" que exerce o poder acionista nessas empresas, a Efanor.

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#23 - Marques Mendes

#23 - Marques Mendes
# Porque desce - Como comentador, Marques Mendes provou que lida bem com os governos independentemente da sua cor política. No entanto, os seus contactos são mais estreitos no PSD do que no PS e pouco ou nada se relaciona com o Bloco de Esquerda e o PCP, que ganharam influência nesta legislatura. Isto tira-lhe alguma capacidade de "sacar" informações, o que só é parcialmente compensado pela sua excelente relação com a Presidência da República.

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#24 - Patrick Drahi

#24 - Patrick Drahi
# Porque desce - Entrou em Portugal em 2012 de forma discreta com a compra da Cabovisão. Três anos depois, deu o salto de gigante e comprou a todo-poderosa PT, um investimento que, só por si, justifica a influência do empresário franco-israelita em Portugal. Porém, este ano cai 10 lugares, depois de não ter conseguido alargar a sua presença por cá, com o fracasso da compra da Media Capital, e por estar a alienar ativos.

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#25 - Carlos Costa

#25 - Carlos Costa
# Porque sobe - O ministro das Finanças queria implementar uma reforma da supervisão que tirava poderes ao governador. A Inspeção-Geral de Finanças queria controlar a ação do Banco de Portugal. E no início deste ano Carlos Costa chegou a ser alvo de uma tentativa de exoneração via Parlamento. Nada disto aconteceu. O governador entrou no seu décimo ano de mandato e a reforma da supervisão está, pelo menos até à próxima legislatura, suspensa.

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#26 - António Ramalho

#26 - António Ramalho
# Porque sobe - Continua a pesar no Fundo de Resolução e nas contas públicas, mas o Novo Banco mantém-se no caminho de recuperação. Sob a liderança de António Ramalho, o banco que resultou da resolução do BES está a vender ativos considerados não estratégicos, incluindo aquela que é considerada a maior carteira de crédito malparado de sempre em Portugal. É com esta "limpeza" do legado que Ramalho sobe agora de posição no "ranking".

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#27 - Carlos Tavares

#27 - Carlos Tavares
# Porque entra - Carlos Tavares estreia-se na lista dos Mais Poderosos após um ano em que surpreendeu grande parte da indústria automóvel ao colocar a Opel a gerar lucros. A marca alemã desde 1999 que acumulava prejuízos e bastou ano e meio ao engenheiro português para a conduzir a resultados positivos. Em Portugal, a PSA de Mangualde prevê um recorde de produção este ano e anunciou um investimento de 20 a 25 milhões de euros para um novo modelo.

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#28 - João Castello Branco

#28 - João Castello Branco
# Porque entra - Na sequência da morte prematura de Pedro Queiroz Pereira, em agosto do ano passado, João Castello Branco é hoje o rosto da Semapa. Apesar de o maior grupo industrial português ter sido herdado pelas três filhas do empresário, foi ao presidente executivo da "holding" que coube agarrar o grupo, sossegar os trabalhadores e definir a estratégia que assegure uma evolução na continuidade.

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#29 - Gonzalo Gortázar

#29 - Gonzalo Gortázar
# Porque sobe - O CaixaBank passou a deter a totalidade do capital do BPI no final do ano passado. E se, em Espanha, continua a arrumar a casa, com a redução do número de balcões e de trabalhadores, por cá deu o processo de reestruturação como terminado: afasta novos ajustes, pagou dividendos pela primeira vez em nove anos e o foco está agora na melhoria da eficiência. É a consolidação de um banco ibérico, que tem Gonzalo Gortázar no comando.

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#30 - Margrethe Vestager

#30 - Margrethe Vestager
# Porque desce - Margrethe Vestager deu provas ao longo do mandato como comissária europeia da Concorrência de que não cede a pressões. Chumbou megafusões e avançou com multas milionárias, aumentando, assim, a sua influência política dentro e fora da Europa. O seu nome chegou mesmo a ser apontado para a presidência da Comissão Europeia, porém foi a alemã Ursula van der Leyen que levou a melhor.

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#31 - Pedro Nuno Santos

#31 - Pedro Nuno Santos
# Porque desce - A subida de Pedro Nuno Santos no ranking dos poderosos justifica-se em três planos. A ascensão a ministro reforça-o em termos de estatuto e capacidade de influência. Por outro lado, esta promoção permite-lhe passar a influenciar e determinar o rumo das políticas em áreas sensíveis como ferrovia e habitação. Por fim, os elogios que vem recolhendo e as posições crescentes que assume no partido reforçam as possibilidades de ser líder do PS.

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#32 - António Mota

 #32 - António Mota
# Porque sobe - A Mota-Engil recuperou lucros em 2018 e voltou a distribuir dividendos aos acionistas. O grupo da família Mota, de que António Mota é "chairman", tem hoje a maior carteira de encomendas da sua história e marca presença num total de 28 países. Em Portugal, depois dos anos de crise a que conseguiu resistir, está hoje a participar em todos os concursos para as grandes obras, da ferrovia aos novos hospitais.

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#33 - Pedro Castro e Almeida

#33 - Pedro Castro e Almeida
# Porque entra - Pedro Castro e Almeida entra para a lista dos Mais Poderosos no ano em que assumiu a presidência executiva do Santander Totta, liderado até aqui por António Vieira Monteiro. Chega numa altura de desafios: ao mesmo tempo que assume a missão de investir na digitalização do banco, enfrenta um cenário de taxas de juro em níveis historicamente baixos, que já admitiu que irão penalizar a margem financeira do Santander Totta.

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#34 - João Vieira de Almeida

#34 - João Vieira de Almeida
# Porque mantém - É verdade que poderia ter subido na lista dos 50 mais poderosos, sobretudo pelo envolvimento que a sua sociedade de advogados teve em algumas das transações económicas com maior impacto no país. Contudo, a entrada na lista de novas figuras com influência na economia nacional acabaram por ditar que mantenha a posição, ainda assim relevante, do ano transato. É o 34.º mais poderoso no ranking anual do Negócios.

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#35 - Francisco Pinto Balsemão

#35 - Francisco Pinto Balsemão
# Porque sobe - A Impresa ficou mais pequena, mas a contratação de Cristina Ferreira levou a SIC de regresso à liderança de audiências, uma posição que há muito lhe escapava. E também à boleia da "estrela" de televisão conseguiu, por fim, realizar o empréstimo obrigacionista, e fê-lo junto dos particulares. Pinto Balsemão continua ao lado do filho, e abre-lhe portas. Assim foi nos Encontros de Cascais, já apelidados de Bilderberg português.

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#36 - José Miguel Júdice

#36 - José Miguel Júdice
# Porque sobe - José Miguel Júdice ganhou novo protagonismo com "As Causas", o seu comentário político nas noites de terça-feira na SIC Notícias. Não se coíbe de criticar quando tem de criticar, nem de deixar elogios quando entende que os atores políticos o merecem. Em fase de afastamento da advocacia, recebeu o prestigiado prémio de carreira ‘Lifetime Achievement’ do diretório internacional especializado em advocacia ‘Chambers & Partners’.

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#37 - António Horta Osório

#37 - António Horta Osório
# Porque desce - Quando fala, é ouvido, em Portugal ou lá fora. Exemplo disso é o destaque a nível internacional, sendo considerado dos maiores líderes do mundo por publicações como a Forbes. Mas a sua influência em Portugal, enquanto presidente do Lloyd’s, assume uma dimensão mais discreta. A polémica da pensão milionária que iria receber do Lloyd’s, que o levou ao Parlamento britânico e lhe valeu a acusação de ser "ganancioso", também afeta a sua imagem.

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#38 - Catarina Martins

#38 - Catarina Martins
# Porque sobe - A líder do Bloco de Esquerda voltou a subir no ranking dos Poderosos do Negócios devido fundamentalmente ao reforço da sua influência política, o único critério em que consolidou a sua classificação. Já em relação aos restantes indicadores que servem de base a este ranking, ficou quase tudo na mesma em relação ao ano passado. As sondagens para as legislativas apontam para uma consolidação do seu poder.

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#39 - Jorge Magalhães Correia

#39 - Jorge Magalhães Correia
# Porque sobe - Jorge Magalhães Correia ganha cada vez mais protagonismo, como "partner" da Fosun. É o seu rosto em Portugal. Um poder reforçado pela presidência da maior seguradora em Portugal, participando ainda noutros conselhos de administração. É o caso da REN, Luz Saúde, mas também do BCP, onde foi decisivo na escolha do novo líder. Quem está na banca só, por si, tem poder. Quem está por via da posição acionista da Fosun ainda mais.

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#40 - Rui Rio

#40 - Rui Rio
# Porque Sobe - Embora as últimas sondagens não antecipem um resultado auspicioso para o PSD nas eleições legislativas de 6 de outubro, a verdade é que, pelo menos do ponto de vista formal, o presidente do PSD está a dois meses de se poder tornar primeiro-ministro de Portugal e/ou influenciar a próxima solução governativa. No último ano, o ex-autarca do Porto aproveitou o cargo de líder do maior partido da oposição para reforçar influência política e mediática.

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#41 - Maria Lucília Gago

#41 - Maria Lucília Gago
# Porque entra - Maria Lucília Gago, que tomou posse como procuradora-geral da República em outubro de 2018, tem este ano entrada direta na lista dos Mais Poderosos elaborada anualmente pelo Negócios. Substituindo no cargo Joana Marques Vidal, - que no ano passado ocupava a 38.ª posição - , a PGR lidera o Ministério Público, que tem nas mãos as grandes investigações em matéria de criminalidade económica e financeira.

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#42 - Margarida Matos Rosa

#42 - Margarida Matos Rosa
# Porque sobe - Mal assumiu o cargo de presidente da Autoridade da Concorrência, em novembro de 2016, Margarida Matos Rosa avisou que uma das prioridades para o seu mandato era o reforço da investigação. Uma promessa cumprida. A economista já deu provas de que não tem medo de enfrentar poderes instalados ao avançar para várias ações de buscas. Um trabalho que começou a traduzir-se este ano em decisões condenatórias.

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#43 - António Lobo Xavier

#43 - António Lobo Xavier
# Porque desce - Lobo Xavier esteve nos últimos dez anos na lista dos mais poderosos, elaborada pelo Negócios. Subiu no "ranking" nos anos do governo de Passos, em coligação com o CDS, partido do qual é fundador, e desceu posições com a ascensão do Governo de esquerda e com os resultados do CDS nas eleições e sondagens. Mantém, contudo, um largo campo de influência na política e nos negócios e como comentador com lugar garantido todas as semanas.

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#44 - António Rios Amorim

#44 - António Rios Amorim
# Porque sobe - Após dois anos a ocupar a 47.ª posição deste "ranking", António Rios Amorim sobe três lugares este ano devido à "performance" da Corticeira Amorim, que tem vindo a consolidar a liderança mundial do setor. Ainda em abril passado inaugurou uma nova fábrica nos Estados Unidos da América, e sem levantar o pé do acelerador no investimento em I&D, com o lançamento regular de produtos e processos inovadores no mercado mundial.

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#45 - Jerónimo de Sousa

#45 - Jerónimo de Sousa
# Porque desce - Embora mantenha a avaliação atribuída em quatro dos cinco critérios que servem de base à pontuação final, Jerónimo de Sousa teve uma queda de 12 posições no "ranking" dos Mais Poderosos. O secretário-geral do PCP perdeu pontos no critério perenidade. Depois de aprovar quatro orçamentos do Estado, e com a legislatura a chegar ao fim, o líder comunista foi perdendo relevância na solução governativa.

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#46 - Christine Lagarde

#46 - Christine Lagarde
# Porque reentra - Lagarde esteve afastada da lista dos 50 Mais Poderosos de Portugal desde 2014, ano em que se consumou a "saída limpa" do programa de ajustamento. Desde então, o papel do FMI na economia nacional foi diminuindo até se reduzir a cinzas com o pagamento integral da dívida no final de 2018. Contudo, a sua ida para o BCE muda tudo. A partir de novembro deste ano, Lagarde vai substituir Draghi num dos cargos mais importantes da Zona Euro.

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#47 - Gabriela Figueiredo Dias

#47 - Gabriela Figueiredo Dias
# Porque entra - Defensora da dinamização do mercado de capitais, Gabriela Figueiredo Dias conduziu o processo da implementação da nova diretiva para os mercados (DMIF II). Nos últimos anos tem estado a resolver os casos dos lesados do caso BES e Banif. A auditoria é outro dos temas quentes, em que tem empenhado esforços, num ano em que resolveu o impasse na OPA à EDP. A sua posição contra a reforma da supervisão financeira e contra o regime de cativações também marcaram os últimos meses.

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#48 - Daniel Proença de Carvalho

#48 - Daniel Proença de Carvalho
# Porque desce - A Operação Fizz - na qual, sublinhe-se, interveio sempre como testemunha e nunca como arguido - ensombra o fim de carreira de Daniel Proença de Carvalho, que anunciou recentemente que este ano pretende desligar-se da advocacia. Também como gestor leva uma marca negativa no currículo: é ele que preside ao conselho de administração do Global Media Group, que enfrenta um processo de reestruturação que ameaça cerca de duas centenas de postos de trabalho.

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#49 - Jorge Mendes

#49 - Jorge Mendes
# Porque reentra - Jorge Mendes esteve arredado das grandes transferências do futebol mundial em 2016 e 2017, anos em que se registaram quatro dos 10 maiores negócios de sempre. Mas em 2018, o "super agente" regressou à ribalta com a saída de Cristiano Ronaldo para a Juventus por 100 milhões de euros. Agora, 12 meses volvidos, o empresário volta a mediar um negócio de grande envergadura: a ida de João Félix da Luz para o Atlético de Madrid, por 120 milhões.

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#50 - José Neves

#50 - José Neves
# Porque entra - José Neves é um dos nomes e rostos mais conhecidos do ecossistema de start-ups a nível nacional, mas também fora de portas. Depois de nos últimos anos ter fechado acordos com gigantes do mundo da moda de luxo, este ano ganhou ainda mais protagonismo com a dispersão na bolsa de Nova Iorque e a entrada para a lista de fundadores da Libra, a criptomoeda promovida pelo Facebook que quer alterar o sistema de pagamentos a nível mundial.

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Negócios 24 de Julho de 2020 às 14:00
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